Misfits – Série britânica é tudo o que Heroes deixou de ser.
Divertido é o adjetivo perfeito para definir Misfits. A história de um grupo de jovens delinquentes que passam a ter poderes paranormais depois de uma estranha tempestade é instigante. Lembra X-Men? Lembra. Lembra Heroes? Lembra. Mas tudo isso sem tentar copiar o primeiro e ter a presunção do segundo. Primeiro é bom ressaltar que se trata de uma série britânica e segundo, tem somente seis episódios. Ou seja, o seriado não segue fórmulas – pelo menos não as já velhas conhecidas do mercado estadunidense. E o fato de Misfits ter somente meia dúzia de episódios demonstra a sabedoria dos envolvidos em criar uma história coesa e coerente, ao contrário de Heroes – aparentemente escrita sem objetivos específicos para o enredo. Assim, é melhor ficar com a vontade de quero mais do que se decepcionar por ter perdido tanto tempo com porcaria.
Bem, no primeiro episódio temos o cinco aborrecentes tendo que pagar com trabalhos comunitários por pequenas infrações que cometeram. Durante um desses serviços, uma tempestade – com barras de granizo do tamanho de um carro caindo do céu – ele são atingidos por um raio. Pronto, o resto dá pra imaginar. Pode parecer previsível, mas, garanto, não é. E o resultado é hilário, mesmo nas horas mais tensas não tem como você não se divertir, principalmente com Nathan, o personagem mais insuportável e engraçado que eu já vi desde o Stifler do American Pie – e o único que até agora não revelou seus poderes. A única “cópia” de uma grande revista em quadrinhos que é muito aparente seria o famoso lema do Homem-Aranha: “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades” (algo assim). No final do episódio essa responsabilidade parece surgir em alguns deles, mas como estamos falando de deliquentes juvenis, acho que essa idéia não vai demorar muito em suas cabeças.
É isso, Misfits prova que dá para fazer uma série ou um filme com adolescentes paranormais, se comportando tal qual sem ter que deter o fim do mundo ou algo parecido. Sobreviver já é uma grande luta, e ter alguns poderes só à torna mais divertida. Divertido é o adjetivo perfeito para definir Misfits. A história de um grupo de jovens delinquentes que passam a ter poderes paranormais depois de uma estranha tempestade é instigante. Lembra X-Men? Lembra. Lembra Heroes? Lembra. Mas tudo isso sem tentar copiar o primeiro e ter a presunção do segundo. Primeiro é bom ressaltar que se trata de uma série britânica e segundo, tem somente seis episódios. Ou seja, o seriado não segue fórmulas – pelo menos não as já velhas conhecidas do mercado estadunidense. E o fato de Misfits ter somente meia dúzia de episódios demonstra a sabedoria dos envolvidos em criar uma história coesa e coerente, ao contrário de Heroes – aparentemente escrita sem objetivos específicos para o enredo. Assim, é melhor ficar com a vontade de quero mais do que se decepcionar por ter perdido tanto tempo com porcaria.
Bem, no primeiro episódio temos o cinco aborrecentes tendo que pagar com trabalhos comunitários por pequenas infrações que cometeram. Durante um desses serviços, uma tempestade – com barras de granizo do tamanho de um carro caindo do céu – ele são atingidos por um raio. Pronto, o resto dá pra imaginar. Pode parecer previsível, mas, garanto, não é. E o resultado é hilário, mesmo nas horas mais tensas não tem como você não se divertir, principalmente com Nathan, o personagem mais insuportável e engraçado que eu já vi desde o Stifler do American Pie – e o único que até agora não revelou seus poderes. A única “cópia” de uma grande revista em quadrinhos que é muito aparente seria o famoso lema do Homem-Aranha: “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades” (algo assim). No final do episódio essa responsabilidade parece surgir em alguns deles, mas como estamos falando de deliquentes juvenis, acho que essa idéia não vai demorar muito em suas cabeças.
É isso, Misfits prova que dá para fazer uma série ou um filme com adolescentes paranormais, se comportando tal qual sem ter que deter o fim do mundo ou algo parecido. Sobreviver já é uma grande luta, e ter alguns poderes só à torna mais divertida. Teaser A Família Adams retornará para a tela grande, isso mesmo, mas não em live-action e sim em animação. Dizem que vai ser em preto e branco e rumores dão Tim Burton como diretor. Algo coerente, mas se depender da agenda do diretor esse projeto deve sair em 2012 – isso se o mundo não acabar. * Finalmente Peter Jackson resolveu topar a direção de O Hobbit – que será dividido em duas partes – depois da desistência de Guillermo Del Toro. A Warner ainda tenta persuadi-lo a transpor O Senhor dos Anéis para 3D, até agora sem sucesso. O Hobbit deve estrear em 2012 e 2013. * Depois do sucesso de Karate Kid nos cinemas americanos, não demorou muito para os produtores ressuscitarem outras produções oitentistas de sucesso. Jerry Bruckheimer – produtor de Piratas do Caribe e Bad Boys – disse ter interesse em uma continuação do filme Top Gun, o primeiro grande sucesso mundial de Tom Cruise. * Por falar em Tom Cruise, seu novo filme Encontro Explosivo estreou na terceira colocação com meros 27 milhões em caixa. Até o momento um fracasso que pode mudar os planos da Paramount relacionados a Missão Impossível IV. * E minhas grandes expectativas esse ano vão para o novo filme dirigido por Christopher “Batman” Nolan. A Origem tem no elenco: Leonardo DiCaprio, Ellen Page, Michael Cane e muitos coadjuvantes de luxo. A história é sobre um ladrão que rouba segredos das pessoas enquanto elas dormem. Os cartazes (que você confere ao lado), o trailer, sem falar nos virais tornam esse filme o mais aguardado da nova safra. Estréia dia 06 de agosto no Brasil.
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