Wednesday, 23 de October de 2019

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Panorama

A versatilidade do compartilhamento por rede

17 Dec 2018    16:55    alterado em 17/12 às 16:55
A versatilidade do compartilhamento por rede

Por Rafael Rápres
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Compartilhar, uma palavra bastante usual para o período em que vivemos. E provavelmente uma tendência evolutiva no campo dos negócios.

Com o reflexo da abordagem de novas tecnologias, de informação, olhamos o mundo de uma forma mutável  para situações que poderiam ser apenas do imaginário popular visto em  filmes de ficção. Esta sensação de “déjà vu” é visível quando olhamos a evolução dos carros autônomos que logo estarão fazendo serviços compartilhados, uma mudança provavelmente repentina, e que será villabranda futuramente como demanda,  oferecendo a escolha de decidirmos  se queremos usufruir sozinho, ou se pagamos um preço mais baixo, para dividir com pessoas que não conhecemos.

Estes tipos de serviço são comumente visto na venda sob demanda para transporte de pessoas, ou como já ocorre nos Estados Unidos, a possibilidade de contratar um carro com smartphone e desbloqueá-lo para ter acesso, e dirigir até um supermercado ou evento e por ele,  pagando uma taxa, logo após o uso ter a liberdade de  deixar o veículo em zonas homologadas pela empresa que dispõem do compartilhamento, tudo isto, sem as amarras burocráticas que os serviços presenciais alocam sobre o consumidor.

Outras possibilidades são os conteúdos de streaming de áudio (músicas), filmes e em alguns casos a compra de produtos, alimentos e serviços. Hoje já podemos usufruir de  sistema de pagamentos, que virtualmente oferece a alternativa de  dividir com amigos a conta, virtualmente,  como acontece numa “fintec” brasileira.

Portanto, isso só mostra que a cultura do “modus” materialismo do consumo, pode diminuir  com o tempo.Pois compartilhar, traz a praticidade além de reduzir os custos finais para o consumidor. Além de ser homogêneo, pois qualquer um com capacidade financeira pode usufruir.

Frisamos que o modelo capitalista não acaba, mas terá novas vertentes de adequação mercadológica. Resta saber se o Brasil seguirá essa dinâmica internacional, e já natural  em várias partes do mundo.

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