Friday, 28 de February de 2020

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Docentes da Unitins pesquisam incidência de doenças diarreicas em crianças no Tocantins

08 Aug 2018
Cristian Reurison/Ascom Unitins Docentes da Unitins pesquisam incidência de doenças diarreicas em crianças no Tocantins Professor Volmar Morais Fontoura, um dos autores da pesquisa

A diarreia está entre os casos mais comuns de moléstias de veiculação hídrica no Brasil. Segundo o Datasus, é uma das doenças que mais causam morbimortalidade na infância, principalmente na faixa etária de 0 a 4 anos. Na região Norte do país as doenças diarreicas ocupam o 8º lugar nas mortalidades infantis. 

 

Considerando esses dados, professores da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), do curso de Enfermagem/Câmpus de Augustinópolis, realizaram a pesquisa intitulada “Fatores socioambientais e doenças diarreicas em crianças de zero a quatro anos no Estado do Tocantins, Brasil”. Fazem parte da pesquisa: Volmar Morais Fontoura, Hanari Santos de Almeida Tavares, Maria Onice Lopes Bezerra, Adriano Figuerêdo Neves e Jesuane Cavalcante Melo de Morais.

 

A pesquisa foi o primeiro estudo realizado no estado do Tocantins utilizando as ferramentas de análise espacial com dados sobre incidência de internações por diarreia em crianças menores de 4 anos. Por meio das técnicas de geoprocessamento, foi possível identificar um padrão espacial da distribuição das internações por diarreia em crianças menores de 4 anos, conforme o município no estado do Tocantins, no período entre 2008 a 2013.

A pesquisa constatou um aumento no número de internações por diarreia em menores de 4 anos de idade no estado, assim como um aglomerado na microrregião de Araguaína, com uma taxa anual de 9.38/1.000 habitantes, sendo que a taxa média anual do Estado de 4.10/1.000 habitantes. A figura abaixo mostra a densidade de internação por região.

O professor Volmar Morais, um dos pesquisadores, ressalta o quanto esses dados podem ser úteis nas medidas de prevenção por fatores sociais e regionais. “Através do uso de ferramentas de geoprocessamento foi possível levar em questão os fatores ambientais, sociais e ecológicos. Assim pode-se antecipar riscos individuais e coletivos de episódios de natureza e de doenças endêmicas”, explica. (Thalia Batista/Ascom Unitins).


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