Saturday, 06 de June de 2020

ESPECIAL


Drogas: caminho da destruição

31 Jul 2008

Bálsamo ou veneno? Comida dos deuses ou maldição do diabo? Hábito natural ou desvio da sociedade moderna? Não há resposta certa ou fácil quando o assunto é “drogas”. As pesquisas de opinião refletem essa ambigüidade. Quando abordam o tema, em geral mostram que estamos longe de um consenso. Em meio aos números, nota-se que quase não há indecisos sobre o assunto.

Ou seja, não importa de que lado as pessoas estejam, o fato é que todas elas têm opinião formada – e arraigada – sobre o uso de drogas.

Surpreende encontrar esse grau de convicção em um assunto tão complexo, com aspectos médicos, econômicos, sociais, históricos e morais tão sinuosos. Quem examina esse vespeiro percebe que a coisa mais rara de achar é resposta 100% segura.

Há uma coisa certa sobre as drogas: é preciso haver informação. É isso que tentamos oferecer a você nas próximas páginas.

Ao longo da leitura, você encontrará questões que raramente são formuladas a respeito das drogas. E outras que, apesar de formuladas há muito tempo, seguem sem resposta definitiva.

 

 

Curiosidades

 

Maior Apreensão

De acordo com informações da Polícia Federal, a maior apreensão de cocaína registrada até hoje no Brasil, aconteceu na cidade de Guaraí, no interior do Tocantins, em junho de 1994. Foram cerca de 7 mil e 300 quilos do pó. Na época, os vinte homens envolvidos no tráfico foram presos em flagrante. As penas variaram de 3 a 19 anos de cadeia.

 

Droga Liberada

Na Suíça quem desejar usar heroína pode obtê-la de graça do Governo. O Estado chegou a construir clínicas para os usuários, com direito a parede branquinha, maca com lençol, seringa e até um enfermeiro para aplicar a injeção. O Brasil também anda experimentando. Em São Paulo, dependentes de crack foram estimulados a consumir maconha. “Em oito meses, 68% deles largaram as duas drogas”, revela o resultado da experiência.

 

O que diz a Lei

Segundo o artigo 12, da Lei Complementar n° 6.368/76, constitui-se crime “importar ou exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, fornecer, ainda que gratuitamente, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar, de qualquer forma, a consumo substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica, sem autorização ou em desacordo com determinação legal. O crime é inafiançável. A pena para quem for pego em qualquer uma dessas práticas pode levar de 3 a 15 anos de reclusão e pagamento de 50 a 360 dias/multa.

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