Monday, 18 de November de 2019

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Meio Ambiente

Nova tragédia em barragem mostra que Brasil não pode sucatear fiscalização ambiental, diz Tiago Dimas

28 Jan 2019    21:57
Nova tragédia em barragem mostra que Brasil não pode sucatear fiscalização ambiental, diz Tiago Dimas

Deputado federal eleito e com posse prevista para o dia 1º de fevereiro, Tiago Dimas (SD-TO) disse, na manhã deste sábado, 26 de janeiro, que a nova tragédia com o rompimento da barragem de Brumadinho em Minas Gerais, mostra que o país não está no momento de enfraquecer qualquer vigilância no sistema de fiscalização ambiental. Conforme as informações preliminares, o rompimento, que espalha grande quantidade de lama e detritos na região, pode ser a causa do desaparecimento de mais de 300 pessoas até agora.

“Três anos depois do que ocorreu em Mariana, de novo vemos uma tragédia ambiental de grande impacto com desabamento de barragem. Mais uma vez, a mesma a concessionária faz parte da administração da barragem e no mesmo Estado. Infelizmente, não aprendemos com o passado”, destacou Tiago Dimas.

Para o parlamentar, o Ministério do Meio Ambiente - assim como os seus órgãos - deve se concentrar em uma fiscalização mais abrangente e segura, que pelo menos possa reduzir o números de acidentes e tragédias. “Temos que buscar entender o porquê se falha tanto na fiscalização. Os últimos registros de rompimentos de barragens no restante do mundo aconteceram décadas atrás e no Brasil conseguimos essa triste marca do segundo caso em tão pouco tempo, em dias onde o acesso à informação é infinitamente maior. Os órgãos de fiscalização na área ambiental merecem uma atenção especial e o governo federal tem que repensar o que temos visto, pois estes são fundamentais para a regulação estatal nesses grandes empreendimentos”, frisou o deputado.

Com 30 anos de idade, Tiago Dimas é um parlamentar que, durante a sua vida profissional, trabalhou com o desenvolvimento de tecnologia e um entusiasta do uso de energias renováveis, tanto que vai apresentar projeto para o uso de energia solar nas escolas públicas do Brasil logo no seu começo de mandato.

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