Monday, 21 de October de 2019

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Professores da Unitins que estavam sem contrato receberão pagamento nesta 6ª

11 May 2018    14:51
Professores da Unitins que estavam sem contrato receberão pagamento nesta 6ª

O reitor da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), professor mestre Augusto Rezende, conseguiu autorização para a contratação, alteração de contratos e prorrogação de contratos de professores. Os docentes estavam em sala de aula desde fevereiro com a situação contratual pendente e sem receber os respectivos salários. Com a regularização, todos os professores foram inclusos na folha de pagamento e já receberão os pagamentos nesta sexta-feira, 11.

Ao todo foram assinados 53 novos contratos; outros oito tiveram alteração em carga horária e mais seis foram prorrogados. Os docentes estavam lecionando nos quatro Campus da Unitins em Araguatins, Augustinópolis, Dianópolis e Palmas, atendendo demanda educacional para não causar prejuízos à continuidade dos cursos e aos milhares de alunos da instituição.

Os novos contratos foram assinados com vigência a partir de 24 de abril, período a partir do qual os professores receberão os salários na folha paga nesta sexta. O período retroativo, de 1º de fevereiro a 23 de abril, será pago por meio de reconhecimento de dívida, um processo que a Unitins já iniciou e por meio do qual reconhece que esses professores deram aula mesmo sem contrato. Segundo o reitor, o processo está tramitando dentro da legalidade e “assim a Unitins reconhece que tem uma dívida com esses professores, justamente para efetuar esses pagamentos o mais breve possível”.

Augusto Rezende também reconhece que “a instituição não poderia autorizar a entrada desses professores em sala sem contrato”. A situação se deu para evitar paralisação no andamento das atividades acadêmicas, mas a Unitins está tomando todas as medidas necessárias para evitar que o problema se repita.

“Se o professor deu aula, ele tem que receber. Não só o professor, mas todo colaborador que trabalha tem direito de receber. Esse é o nosso compromisso, fazer com que eles recebam como fruto do trabalho que desenvolveram”, completa o reitor que destaca a dedicação dos professores que continuaram suas atividades mesmo sem receber.

Agora, com a normalização documental, a comunidade acadêmica se tranquiliza pois há a garantia de que as atividades não serão interrompidas.

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