Tuesday, 22 de October de 2019

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Perspectivas

Alan Barbiero comemora o orçamento recorde da UFT para 2009

26 Mar 2009

Em seu segundo mandato, o reitor da Universidade Federal do Tocantins – UFT, Alan Barbiero, só tem motivos para comemorar. Com a expansão dos campus e a implantação de 14 novos cursos em 2009, a UFT parece andar na contramão da crise financeira. O orçamento foi recorde este ano e, se comparado a 2004, cresceu cinco vezes - de 20 para 105 milhões de reais -, sendo que o orçamento para investimentos também foi inédito, atingindo 39 milhões de reais em 2009.

Mas nem tudo é um mar de rosas. No final de 2008 o Congresso Nacional efetuou um corte de 3 milhões de reais no orçamento para assistência estudantil, uma bolsa permanente para estudantes que se envolvem em atividades culturais e de extensão. Segundo Alan, foram realizados cortes em todos os ministérios e a retomada deste recurso para o primeiro semestre deste ano já este em negociação.

A Universidade oferece hoje 43 cursos, 7 mestrados e 1 doutorado. Mas Alan ainda não se dá por satisfeito. O reitor tem a meta de, até o final do mandato, em 2012, implantar 12 cursos de mestrado e 4 doutorados e já deixa no ar a promessa de que muitas novidades ainda estão para ser confirmadas até o final deste ano, principalmente com relação à implantação de novos cursos.

O quadro docente é de 600 professores efetivos. Para Alan, a última seleção, que abriu 60 vagas para o corpo docente, é suficiente para suprir a demanda. O reitor comenta que, a cada ano, à medida que novas disciplinas vão sendo implantadas nos novos cursos, a quantidade de professores também vai se expandindo. “Mas isso é um processo progressivo, não adianta colocar professores agora sendo que terão que esperar quatro a cinco semestres para trabalhar com a disciplina”, explica. Segundo Alan, o ingresso dos 60 professores é o suficiente para suprir as necessidades para 2009, já que professores podem ser remanejados para assumirem disciplinas relacionadas em mais de um curso.

Para este ano, as bibliotecas de Palmas e Araguaína devem ser concluídas. Em Araguaína, onde a situação está um pouco mais delicada devido ao fato de a universidade já está funcionando no novo campus e a biblioteca ainda permanecer no campus antigo, o reitor pede um pouco mais de paciência aos estudantes para aguardarem a conclusão das obras.

 

Imbróglio

Outra polêmica envolvendo a Universidade recentemente foi o caso da procuradora Tereza Cristina Ibiapina da Rocha. A procuradora da Advocacia Geral da União (AGU) foi transferida no final do ano passado para o Rio de Janeiro, onde seu filho cursava medicina em uma universidade particular. Com apenas três dias de exercício no RJ, a procuradora voltou a Palmas e conseguiu, por força de lei, trazer o filho, que solicitou matrícula no curso de medicina da UFT. A universidade negou a transferência recomendando a matrícula na universidade de Porto Nacional, mas, após recurso na justiça, o juiz deu ganho de causa à procuradora. A UFT, por determinação judicial, foi obrigada a efetivar a matrícula do estudante. Alan explica que a universidade entrou com recurso e aguarda o parecer legal. Alan declarou apoiar as manifestações dos estudantes afirmando que os mesmos têm legitimidade para qualquer manifestação devido à universidade ser uma instituição democrática.

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