Sunday, 31 de May de 2020

OPINIÃO


Ponto de vista

O percurso necessário para nos tornarmos uma potência no turismo

12 Oct 2019
O percurso necessário para nos tornarmos uma potência no turismo

Por Rafael Rápres
Redes sociais: @rapres
Telefone: +55(63) 9 8117-1300

O turismo no Brasil engatinha como uma criança de oito meses, e tão pouco percebemos como isso impacta em nossa economia local. Nossas belezas naturais são reconhecidas  em conjunto  com a simpatia do povo brasileiro, mas estes fatores não salvam o turismo regional.

O país tupiniquim já viveu anos dourados com o vislumbre internacional da cultura latina, seja nas festas regionais, no futebol ou por sermos uma nação que espelha a hospitalidade. Essa época dourada se remete na exploração audiovisual de períodos vindouros como as décadas de 50 e 60, quando o mundo começou a ver um Brasil diferente com ritmo e sabores inigualáveis.

No entanto a lição não foi completada, e através dos anos não estruturou-se a altura as demandas para tornamos o país uma potência mundial nesta área. Nossos recursos naturais são uma verdadeira vitrine de sinergia  positiva da pluralidade local  e poderiam muito bem ser o tempero ideal para catapultar num ritmo vertiginoso a cultura da viagem, assim os brasileiros teriam mais oportunidades e facilidades para conhecer a própria nação.

Podemos observar que estamos no início de medidas importantes como as privatizações dos aeroportos, e abertura para novas companhias aéreas   que podem culminar com uma melhora importante para a logística geral, porém nem tudo são flores. Há erros pontuais  com excessos de burocracias para pluralidade das logísticas dando oportunidade para exploração sustentável dos turismo em regiões com potencial ecológico, e principalmente apoio na segurança pública para os turistas.

Outro fator interessante de salientar, é  a falta de inclusão de tecnologias e treinamentos para que os agentes de turismo saibam adequar às vontades dos visitantes, isso inclui melhoria substancial no aprendizado de outros idiomas como o inglês e espanhol línguas altamente difundidas mundo a fora. A simplificação não é visual/concreta para investir nesses campos  que aproxima os visitantes da diversidade das macrorregiões, ou seja, é um limbo sem fim onde  poucos sobressaem nesta jornada.

A prioridades que estão somadas ao interesse público atreladas às boas políticas que possa mesclar com o progresso das várias regiões do país. O que atentarmos, é que o cidadão comum fica perdido quando pretende investir ou empreender no ramo, encontram vários obstáculos que pode levar à desistência e provavelmente a um desânimo para progredir.

Provavelmente muitos dos amantes das viagens culturais   já  depararam-se s com questões  que aguça  indagações, e principalmente por que não solidifica  mudanças em locais com tanto potencial turístico. Logo nos abstrairmos das belezas naturais, e seguimos o ritmo paralelo das descobertas, para não abrir espaços para frustrações.

Portanto os protagonistas dessas mudanças podem surgir com o tempo, quando priorizar as políticas públicas essenciais para  nicho aqui descrito, com o adventos da simplificação da comunicação e tecnologias, redução de burocracias  e mudanças estruturais políticas para  vislumbrar num futuro próximo, as transformações positivas na logística e investimentos em atrações  que nos levam a experiências únicas.

COMPARTILHE:


Confira também:


COVID-19

Tocantins contabiliza 4.176 casos, com 2.769 pacientes em isolamento

No total, já são 73 pacientes que foram a óbito

Pioneira

Luto na Comunicação Tocantinense: jornalista Kibb Barreto morre aos 53 anos

A jornalista foi pioneira de Palmas, e chegou ao Tocantins, vinda de Goiânia, sua terra natal, ainda quando a capital estava provisoriamente em Miracema.




  Blogs & Colunas



Entre nós

Virgínia Gama


Arquitetura & Design

Riquinelson Luz


Vida Plena

Valquiria Moreira


As Tocantinas

Célio Pedreira