Wednesday, 12 de December de 2018

OPINIÃO


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Vote consciente nestas eleições

14 Jun 2018    18:50    alterado em 14/06 às 18:50
Divulgação Vote consciente nestas eleições Eleitor deve refletir e votar naqueles que pensam na sociedade como um todo

Por Thaís Almeida de Aguiar, graduada em Direito pela Faculdade Católica do Tocantins

A Constituição Federal de 1988 garantiu ao povo a titularidade do poder estatal, exercendo-o por meio de representantes eleitos ou diretamente, revelando assim o  caráter de estado democrático de direito do país. O voto é um dos instrumentos da soberania popular e possui valor igual para todos os cidadãos, refletindo os fundamentos da cidadania e a dignidade humana - tão prestigiados pela República Federativa do Brasil. Na mesma vertente estão as formas diretas do exercício da soberania popular quais sejam: plebiscito, referendo e iniciativa popular. No Brasil o voto é uma obrigação aos maiores de 18 anos e facultativo para os analfabetos, aos maiores de 70 anos e aos maiores de 16 e menores de 18 anos. Não podem se alistar como eleitores os estrangeiros e os conscritos, por sua vez, aqueles que desejam se eleger devem preencher alguns requisitos, chamados de “condições de elegibilidade” previstos no artigo 14, §3º da Carta Maior.
O estado do Tocantins está em processo eleitoral, foram realizadas na data de 03 de junho as eleições suplementares para mandato “tampão” do Chefe do Poder Executivo Estadual - resultante de um processo de cassação, foram 07 candidatos aptos ao recebimento de votos, o pleito resultou em um 2º turno previsto para 24 de junho entre os dois candidatos mais votados, agora, aquele que receber a maioria dos votos será eleito Governador do Estado do Tocantins para o período de 06 meses.

Em outubro, os eleitores tocantinenses voltarão às urnas, desta vez, para eleger o Presidente da República, governador de estado, senadores, deputados estaduais e federais.

Muitos são os candidatos que concorrerão aos cargos político, assim muitas são as opções de voto. O eleitor deve atentar-se as propostas de governo, aos projetos a serem desenvolvidos durante o exercício do mandato, tendo consciência de que o resultado apurado nas urnas influenciará a vida da população, as propostas devem ser analisadas, pugnando pelas que oferecem uma melhor qualidade de vida, educação, geração de emprego, conservação ambiental, saúde, entre outros. Aos candidatos, cabe à observância dos preceitos éticos, a elaboração e execução de uma campanha transparente e honesta, sem ataques pessoais aos adversários, deve-se ter sempre em mente que o agente político é um representante da população e do estado, e suas ações devem ser impessoais e visar o bem comum.

Visto isto, o eleitor deve refletir e votar naqueles que pensam na sociedade como um todo, batalhando pela justiça e moralidade no processo eleitoral, afinal os eleitos representarão a sociedade por vários anos. O exercício do voto é exercício de cidadania, é direito de todos, e, sobretudo um dever.

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