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Para conseguir uma vaga de trabalho é preciso preencher algumas exigências nos dias atuais. Entre as principais está a escolaridade do interessado. Isso é de praxe em qualquer lugar do país, segundo responsáveis pela contratação de pessoas, seja em grandes, médias ou até mesmo nas pequenas empresas.
Pela lógica, para governar um estado, seja na função de governador, vice, senador, deputados estaduais ou federais, o eleitorado sempre vai esperar por candidatos “sábios”, com um grau de escolaridade avançado para que possam conhecer bem as leis, como buscar recursos, enfim, ações que possam buscar melhorias para o cidadão comum.
No Tocantins, no pleito deste ano, é possível notar pelas informações divulgadas no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que alguns candidatos possuem “baixa escolaridade” para o cargo que podem ocupar, caso sejam eleitos. Para governador, o eleitor tocantinense tem duas opções, Carlos Gaguim (PMDB), pela coligação Força do Povo, que possui curso superior completo e Siqueira Campos (PSDB), pela coligação Tocantins Levado a Sério, que segundo levantamento do TSE, sabe ler e escrever.
Entre os vices, senadores, deputados estaduais e federais no Tocantins, ainda existe uma disparidade entre os candidatos. Muitos deles possuem apenas ensino médio completo, como é o caso da candidata a vice pela coligação Força do Povo, Valderez Castelo Branco (PP); Marcelo Miranda (PMDB); João Ribeiro (PR) e Vicentinho Alves (PR). Para deputados federais quanto estaduais, não é diferente. Confira no quadro abaixo, nomes e escolaridade de alguns candidatos.
Sociólogo De acordo com o sociólogo Fernando Storni, a escolaridade de um candidato “não define” como será seu governo. Isso pode ser visto de forma preconceituosa por muitos eleitores. “Existe dois pontos, um negativo e outro positivo. Aquele candidato que possui baixa escolaridade, precisa se esforçar em dobro para ter “afinidade” com a legislação, entender de saúde, educação, segurança e resolver os anseios do eleitor. O que deve haver é exercício do poder com transparência e honestidade”, defende.
Já aqueles que possuem escolaridade “avançada”, o sociólogo diz ver com naturalidade. “Todos buscam algum nível de escolaridade nos novos tempos, e para um político é mais que obrigação. Assim o eleitor fica mais “tranquilo”. Mas não vejo nenhum problema em os candidatos terem baixa, média ou alta escolaridade. O importante é que eles façam um trabalho digno e honesto para todos os eleitores”, frisa.
Candidato ao governo: Carlos Gaguim (PMDB) – Superior completo Vice: Valderez Castelo Branco (PP) – Ensino Médio completo Senadores: Marcelo Miranda (PMDB) - Ensino Médio completo Paulo Mourão (PT) - Superior completo
Candidato ao governo: Siqueira Campos (PSDB) – lê e escreve Vice: João Oliveria (DEM) – Superior completo Senadores: João Ribeiro (PR) – Ensino Médio completo Vicentinho Alves (PR) - Ensino Médio completo
Alguns deputados federais Eduardo Gomes (PSDB) - Superior incompleto César Halum (PPS) - Superior completo Donizeti do PT (PT) - Superior completo Goiaciara Cruz (PR) - Ensino Médio completo Ângelo Agnolin (PDT) - Superior completo Junior Coimbra (PMDB) - Superior completo Osvaldo Reis (PMDB) - Ensino Médio completo Nilmar Ruiz (PR) - Superior completo Junior Marzola (DEM) - Ensino Médio completo Cacildo Vasconcelos (PP) - Ensino Médio completo
Alguns deputados estaduais Amélio Cayres (PR) - Ensino Médio completo Cavalcante (PP) - Superior incompleto Bismarque do Movimento (PT) - Superior completo Josi Nunes (PMDB) - Superior completo Luana Ribeiro (PR) - Superior completo Sargento Aragão (PPS) - Superior incompleto Marcelo Lélis (PV) - Ensino Médio completo Marcão do Povo (PR) - Superior incompleto Osires Damaso (DEM) - Ensino Fundamental completo Wanderlei Barbosa (PSB) - Superior incompleto
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