Wednesday, 19 de December de 2018

SAÚDE


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Profissionais da saúde que atuam na educação inclusiva alinham fluxograma de atendimento

09 Aug 2018    16:53
ASCOM/DIVULGAÇÃO Profissionais da saúde que atuam na educação inclusiva alinham fluxograma de atendimento Oficina de Integração e Construção de Fluxos foi realizada na manhã desta quinta, 09

Profissionais das redes municipais de saúde e educação participaram na manhã desta quinta-feira, 09, no auditório do Instituto 20 de Maio de uma Oficina de Integração e Construção de Fluxos voltada para a educação inclusiva, proporcionando a troca de experiências entre os profissionais acerca da organização do trabalho das equipes e dos serviços em rede no enfrentamento das situações de saúde e socioeducacionais.

 

Na Capital o Centro de Educação Inclusiva (CEI) funciona desde janeiro na Escola Municipal Francisca Brandão (Arse 121) e atende 138 alunos, sendo 121 da rede municipal, seis da rede estadual, e seis da rede particular e cinco fora da idade escolar.

 

O coordenador do Centro de Atenção Inclusiva (CAI), Raimundo Bezerra, destacou que desde março a Secretaria Municipal de Saúde tem disponibilizado uma equipe multiprofissional (nutricionista, psicólogo, assistente social, fisioterapeuta, terapeutas ocupacionais e fonoaudióloga) para atender o CEI. “Com seis meses de funcionamento é o momento de fortalecer analisar os pontos fortes e os pontos fracos, compartilhar fluxos e disparar uma construção de perfis e competências profissionais com todos os que atuam no CEI da área pedagógica educacional e da saúde e ter um fluxograma comum que atenda todas as necessidades dessas crianças tanto de saúde e quanto educacional”, ressaltou.

 

A presidente da Fundação Escola de Saúde Pública de Palmas (Fesp), Jaciela Leopoldino, destacou a possibilidade de ampliar o atendimento dentro da rede. “Vamos identificar e reconhecer quais as atribuições das áreas específicas e em seguida construir um fluxo para fortalecer tanto a integralidade quanto à interdisciplinaridade dessas duas áreas com vistas a fortalecer o cuidado dessas crianças. Existe a possibilidade de discutir estratégias que ampliem a atenção na rede de saúde que possa qualificar a Atenção Primária e descentralizar o processo de trabalho que vem sendo construído no CEI. E que os profissionais do CEI possam fazer estudos de caso com os profissionais da Atenção Primária dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nasfs) e que eles possam articular o atendimento nos seus territórios”, destacou.

 

A superintendente de Avaliação e Desempenho Educacional (Semed), Judith Dall’Agnol, destacou que esse atendimento voltado à educação inclusiva pode ser descentralizado em breve. “Temos uma grande demanda de crianças com deficiências, vindo inclusive das escolas particulares e estaduais, e hoje aqui precisamos parar e refletir, trazendo todas as situações que estamos vivendo, as práticas exitosas, para que agora a gente analise como vamos ampliar esse atendimento. Então assim, dentro das habilidades dessas crianças, o que nós podemos fazer para dar uma qualidade de vida, e já depois de alinhado pensar no segundo CEI que será implantado na região Sul. Acredito que daqui para o final do ano a gente já pode traçar esse novo espaço”, informou.

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