Thursday, 22 de August de 2019

VIVER


Quadrilhas

Centenas de voluntários colaboram com as apresentações das quadrilhas juninas no Arraiá da Capital

26 Jun 2018    21:08
Divulgação/ASCOM Centenas de voluntários colaboram com as apresentações das quadrilhas juninas no Arraiá da Capital A voluntária Delacir Bezerra junto com sua filha Micaelle e o colega Yrlands Aquino

De 27 de junho a 1º de julho acontece o 26º Arraiá da Capital São João das Palmas, uma festa colorida e com grande participação popular. Mas o que pouca gente sabe é que a maior parte das quadrilhas conta também com integrantes que se doam voluntariamente para ver esta ‘festança’ acontecer todos os anos. São costureiras, cabeleireiros, maquiadores, artesãos, grafiteiros, marceneiros, serralheiros, e muitos outros profissionais voluntários. Gente que doa seu tempo livre para dar vida aos enredos, cenários e aos figurinos dos dançarinos neste espetáculo que já é parte da nossa cultura.


A assistente social, Delacir Bezerra, já tem 20 anos de Arraiá da Capital e diz que não se cansa de ajudar seu grupo, a Quadrilha Cafundó do Brejo que conta com 36 casais se apresentando e mais de 140 voluntários que ajudam a construir cenografia e figurinos. Este ano Delacir cedeu a sua própria casa para a montagem dos cenários e também para a realização de alguns ensaios.


“É uma tradição que nos aproxima da comunidade, cria um laço de amizade muito forte e um sentimento de poder ser útil, de fazer parte de um grupo”, explica Delacir, acrescentando que ela ainda dança na quadrilha e que seus três filhos e duas sobrinhas também são dançarinos e voluntários na organização dos ensaios. “Nós passamos meses envolvidos com a festa, não é apenas um dia, nem um mês, nessa semana estou com seis pessoas trabalhando no cenário da quadrilha lá em casa”, conta.


Já o servidor público federal, Renato Amorim, resolveu escutar seu coração e criar um grupo de quadrilha junina em 2010. Nascia então a Fogo na Cumbuca que hoje conta com 16 casais dançando e envolve mais de 60 pessoas na confecção e montagem da apresentação.


“Faço de tudo aqui na ‘Junina Fogo na Cumbuca’. Desde reuniões para organizar o grupo, ajudo a montar cenários, figurinos, repertório enfim, participo de tudo”, diz Renato. Ele conta ainda que o trabalho começa lá atrás, ainda no ano anterior à festa. “Começamos os trabalhos em novembro com a escolha de tema, repertório, montagem do espetáculo e ensaiamos em janeiro. Sem os voluntários seria impossível fazer uma festa tão bonita”, analisa.


A esposa do Renato, Raimunda Sousa, também coloca a mão na massa, ou melhor, nos cabelos, ela é uma das responsáveis pelos penteados das damas do grupo. “Eu ajudo na confecção dos acessórios e nos penteados. A gente sabe que a aparência dos dançarinos tem que estar impecável e sempre buscamos fazer o melhor a cada apresentação”, destaca Raimunda.


A comunidade vai poder conferir e torcer por cada quadrilha junina a partir da próxima quarta-feira, 27, na Vila Olímpica, ao lado do Estádio Nilton Santos, na Avenida Teotônio Segurado. 

COMPARTILHE:


Confira também:


Saúde

Sarampo: Começa hoje vacinação preventiva

Crianças de seis meses a menores de 1 ano devem ser vacinadas

Assembleia

Deputados requerem ao Governo obras de recuperação asfáltica

Na mesma sessão, foram aprovados em primeira fase de votação projetos como os que concedem título de cidadania tocantinense ao senador Eduardo Gomes e ao presidente do Sindicato Rural de Araguaína, Roberto Paulino da Silva.




  Blogs & Colunas



Entre nós

Virgínia Gama


Arquitetura & Design

Riquinelson Luz


Vida Plena

Valquiria Moreira


As Tocantinas

Célio Pedreira