Saturday, 19 de October de 2019

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Mané Garrincha

Despedida do Brasil é marcada por forte apoio da torcida em Brasília

12 Jul 2014

Pedro Zamur e, ao lado, Pablo e Adriana: torcedores ressaltaram a importância do apoio à Seleção nos momentos difíceis

Na última terça-feira, após a goleada por 7 x 1 sofrida para a Alemanha, em Belo Horizonte, a expectativa em torno do último compromisso da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2014 passou a ser enorme. Uma das dúvidas girava em torno de como o time iria se comportar na disputa do terceiro lugar e se os jogadores teriam condições psicológicas de, depois de um resultado tão implacável, o pior da Seleção em todos os tempos, se recuperar a ponto de resgatar a honra da equipe diante da Holanda, em Brasília. O outro ponto era qual seria a reação do torcedor no retorno da Seleção à capital. A torcida iria apoiar o time ou viriam ao Estádio Mané Garrincha esperando apenas um vacilo da equipe para partir para as vaias e as críticas?

No início da noite deste sábado (12.07), as duas questões foram respondidas dentro e fora de campo no Estádio Mané Garrincha. Nas quatro linhas, a Holanda conquistou o terceiro lugar após uma vitória por 3 x 0, com direito a um gol logo aos 3 minutos, de pênalti, convertido por Van Persie, e um segundo, pouco depois, aos 15 minutos, com Blind marcando após um corte equivocado de David Luiz dentro da área.

O placar responde à primeira questão e não deixa dúvida de que os jogadores da Seleção Brasileira entraram para enfrentar os holandeses ainda sentindo o peso da incrível derrota para a Alemanha. Em relação à segunda questão levantada no primeiro parágrafo, a torcida em Brasília mostrou-se incrivelmente solidária com o Brasil mesmo depois de um início de partida tão ruim para os donos da casa.

Durante praticamente todo o jogo, a maior parte dos 68.034 pessoas que compareceram à arena brasiliense manteve-se fiel à Seleção como poucos imaginariam ser possível mesmo com o time perdendo por 2 x 0 e vindo de uma derrota por 7 x 1. Antes do início da partida, os gritos de “Pentacampeão” já ecoavam e a força do Hino Nacional cantado pela multidão deixou claro que os torcedores estavam ali para apoiar a equipe. A paciência e a fidelidade só se esgotaram aos 46 minutos do segundo tempo, quando o Brasil tomou o terceiro lugar, com Wijnaldum chutando de dentro da área. Aí, sobraram vaias ao time na despedida do Brasil do Mundial.

Aos 22 anos, Pablo Zamur veio de São Paulo para acompanhar a partida do Brasil com a Holanda. E no intervalo, ressaltou que o time não entrou alerta como deveria. “Acho que eles entraram desligados como foi contra a Alemanha. Mas ainda acredito que dá para virar”, declarou. Para o paulista, o maciço apoio da torcida não o surpreendeu. “Torcia para que o pessoal apoiasse o time. O brasileiro sabe ser solidário”, ressaltou.

Vindos de Campinas (SP), Pablo Y Castro, 31 anos, e Adriane Mendonça, 31, reconheciam, ao fim do primeiro tempo, que torcer depois de um placar de 2 x 0 era complicado. “Fica difícil torcer assim, né?”, indagava Pablo. “Mas, apesar de tudo, a festa é bonita. Essa Copa está muito bem organizada e isso deixa a gente muito feliz. Em relação a ganhar ou perder isso faz parte do esporte, é assim mesmo. Para mim, o torcedor tem que fazer isso mesmo, apoiar o time nos momentos bons e nos ruins também”, continou.

Na saída do estádio, Felipe Zular, 16 anos, e Caio Ricciardi, 16, que vieram a Brasília de São Paulo em um grupo de cinco pessoas, lamentaram a derrota. “Queria muito que o Brasil tivesse vencido mas infelizmente não foi do jeito que a gente queria”, disse Felipe. Caio foi além e criticou a postura dos que vaiaram a Seleção mesmo após a derrota. “A maioria da torcida apoiou bastante, mas tinha muito torcedor lá no meio que ficou o jogo todo vaiando. Se for para fazer isso não precisa vir para o estádio. Quem vem tem que apoiar o time”, afirmou. (Portal da Copa)

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