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Para ministro russo, desafio em 2018 é reproduzir atmosfera da Copa no Brasil

13 Jul 2014

A Rússia lutará para reproduzir em 2018 a atmosfera criada nesta Copa do Mundo do Brasil. Essas foram as palavras do ministro do Esporte e presidente do Comitê Organizador Local (COL) para o próximo mundial, Vitaly Mutko. Ele revelou números do orçamento russo para a realização da competição e minimizou problemas relacionados a racismo. A insatisfação de Mutko, no momento, é com o desempenho da seleção russa, que deixou o Mundial de 2014 na primeira fase, e mostrou especial preocupação com o desenvolvimento do esporte no país, chegando a citar a possibilidade de limitar o número de estrangeiros nas equipes profissionais russas.

- A Rússia é um país com tradição no futebol, o esporte é muito popular, e resolvemos sediar o evento no maior nível possível. Reconhecemos que os organizadores da Copa atual conseguiram um nível de futebol muito alto, uma atmosfera única, é algo incrível, então gostaria de parabenizar por esse grande sucesso. É uma grande festa do futebol e vamos fazer tudo para organizar algo comparável ao que vimos aqui na Rússia. O conceito da Copa é de tal forma que vocês conhecerão vários pontos do país, por isso estamos fazendo o possível para criar uma infraestrutura para a Copa não permita somente sediar a Copa, mas produzir um legado - disse Mutko.

O ministro confirmou que serão feitas novas linhas de trem de alta velocidade e que todos os torcedores com ingressos para os jogos não precisarão de passagem. Ele afirmou ainda que, com o ticket, nenhum torcedor de qualquer parte do mundo precisará de visto para entrar no país.

- A Fifa tenta desenvolver novas regiões, por isso a Copa foi na África, por isso estamos no Brasil e isso também é muito importante para nós. Apresentamos 12 garantias do governo, precisamos de estádios, infraestrutura esportiva, entendemos que é imperativo ter esses estádios, então estamos garantimos a construção até 2017 de 12 estádios. Estamos abrindo o país para a Copa, qualquer torcedor de qualquer parte do mundo com um ingresso poderá entrar, só precisa de passaporte e ingresso. Estamos desenvolvendo trens de alta velocidade, como há entre Moscou e São Petesburgo. E os torcedores com ingresso poderão usar as linhas de trem de graça. Estamos apresentando um grande país, é um grande esforço logístico - afirmou.

Sobre o desempenho da seleção russa na Copa de 2014, as respostas mostraram decepção dos organizadores do próximo mundial.

- Uma das nossas prioridades é mostrar um nível diferente do que mostramos aqui. Não posso dar nenhuma avaliação detalhada, mas acho que o time atuou abaixo de suas possibilidades aqui no Brasil. Nossos jogadores poderiam jogar melhor e deveriam ter se classificado.

O presidente do COL russo também apresentou números do orçamento para a realização da Copa no país. Serão investidos quase R$ 22 bilhões em infraestrutura de transportes, a maior fatia do orçamento, seguida pela construção de instalações esportivas, o que inclui 12 estádios e dezenas de campos de treinamento, com total previsto de R$ 11.3 bilhões. A Rússia prevê ainda gastos de R$ 4.2 milhões com acomodações, um problema que preocupa especialmente fora de Moscou e São Petesburgo, que já contam, segundo Mutko, com estrutura suficiente para receber os turistas. Para segurança, o orçamento é de R$ 2 bilhões, com R$ 800 milhões a serem investidos em comunicações.

Ao comentar sobre o que espera da relação entre o presidente russo Vladimir Putin, que estará no Brasil neste domingo para a final da Copa, e a Fifa, visto que houve momentos de tensão entre o governo brasileiro e a entidade organizadora do evento, Mutko afirmou que se o que foi acordado for cumprido, não haverá problemas. O ministro é membro do Comitê Executivo da Fifa.

- A Fifa é uma federação esportiva, muitas coisas foram ditas recentemente, algumas verdade, outras não. É uma organização internacional séria. Todos esses anos a Fifa vem tentando desenvolver o futebol. A Fifa hoje é muito influente. Claro que muita gente não gosta disso, é bom achar falhas, é humano. Não creio que há muitas ameaças no horizonte por trabalhar com a Fifa nos próximos anos. Gostaríamos de ver mais investimentos por parte da Fifa na organização, mas não temos nenhum desentendimento maior. Tivemos uma situação semelhante com o COI (Comitê Olímpico Internacional) antes de Sochi (Jogos de Inverno). O que tiver acordado, tem de ser feito. É melhor não acordar se não tiver condições de cumprir. Se o país aceitou o desafio, deve cumprir, precisamos ser coerentes e se isso acontecer faremos uma grande competição e teremos uma ótima relação com a Fifa - disse Mutko, sem relacionar a questão em nenhum momento às diversas obras não entregues e previstas como legado da Copa no Brasil. (Globo Esporte)

 

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