Sunday, 15 de September de 2019

GERAL


Edgar Morin

“A degradação da natureza é a degradação da nossa vida”

24 Jun 2009

Edgar Morin, durante entrevista coletiva para a imprensa na tarde da última segunda-feira, dia 22, falou sobre o modelo de desenvolvimento, a importância de preservar a Amazônia e disse que os povos indígenas é algo sagrado.

“É a crise do modelo ocidental. É evidente que estamos vivendo a crise da biosfera. A depredação da biosfera é uma conseqüência do desenvolvimento. Este é um momento de encarar a crise e mudar?”.

Indagado sobre possíveis soluções, Edgar disse: “Não sabemos se a crise da biosfera é irreversível. A natureza é completa e tem suas formas de reação. É uma questão complexa, não precisa do olhar de cada um, mas do link entre eles. É a interação do conhecimento entre si. Essa visão permite compreender a realidade de forma complexa, de forma global”.

Edgar apontou como importante o trabalho da consciência humana. Para ele, é necessário se ter uma consciência ecológica que leva o homem a pensar no verdadeiro sentido da vida, não é pensar na quantidade, é ter que considerar o bem-estar, a melhor maneira de viver.  “Temos que tomar consciência, a melhor qualidade de vida é a tomada de consciência coletiva”.

Edgar Morin lembrou que a crise da civilização não é somente regional, deve ser vista no contexto global.  

No que se refere à crise civilizacional, Edgar Morin apontou que os países desenvolvidos, que são hoje, os maiores emissores de gases, devem ter um modelo de desenvolvimento que seja exemplo para outras nações.  Isto é transformar o desenvolvimento tecnológico, do consumo, do capital em desenvolvimento humano. (Com informações da Ascom Seciju)

 

 

Confira a programação desta quarta-feira, último dia do

“Seminário Internacional Crise Civilizacional: Distintos Olhares”

 

Mesa 5 – 8h30

TEMA: Economia e sustentabilidade: quais alternativas?

Coordenador: Hamilton Pereira, assessor da Presidência da Agência das Águas (ANA) e ex-secretário de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente.

 

Palestrantes:

1.Maria Amélia Enriquez, presidente da ECOeco, professora da UFPA.

2.João Nildo Vianna, professor do CDS/UnB.

3.Jean Marc Salmon, Instituto de Telecomunicações, França.

4. Marco Antonio Dias, Universidade das Nações Unidas.

 

Mesa 6 – 10h 30

TEMA: É possível uma governabilidade mundial?

Coordenador: Elimar Nascimento, diretor do CDS/UnB

 

Palestrantes:

1. Elie Faroult, Comissão Européia, Bélgica.

2. Rigoberto Lanz, Ministério da Ciência e da Tecnologia da Venezuela, professor da UCV.

3. Marta de Azevedo Irving, Professora do programa EICOS-IP/UFRJ

 

ALMOÇO – 13h

 

Mesa 7 – 14h30

TEMA: Apresentação do Plano estratégico para a Bacia Tocantins-Araguaia / O que os governos têm a dizer?

Coordenador: Anízio Pedreira, secretário de Recursos Hídricos e Meio Ambiente do Estado do Tocantins.

 

Palestrantes:

1.José Machado, Presidente da Agência Nacional das Águas, (ANA).

2.Carlos do Patrocínio Silveira, Secretário de Representação do Estado do Tocantins.

3.Marcelo de Carvalho Miranda, governador do Estado do Tocantins

 

Mesa 8 – 16h30

TEMA: Novas perspectivas de desenvolvimento para a Região Amazônica.

Coordenador: José Augusto Pires Paula, secretário do Planejamento do Estado do Tocantins.

 

Palestrantes:

1.Abidias José de Sousa Junior, presidente do Banco da Amazônia (Basa).

2.Raimundo Nonato Frota Filho, Superintendente Regional da Caixa Econômica Federal no Tocantins.

3.Roberto Jorge Sahium, Secretário da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

4.Luiz Alves Por Deus Júnior, Superintendente Regional do Banco do Brasil.

 

Grande conferência de encerramento – 18h30

Coordenador: Marcelo Miranda, governador do Estado do Tocantins.

 

Palestrantes:

1.Cristovam Buarque, professor do CDS/UnB e senador da República, Brasil.

2.Edgar Morin, diretor de pesquisa emérito CNRS, presidente do Instituto Internacional de Pesquisa sobre Política Civilizacional, França.

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