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Cursos complementare

Chegou a hora de “hablar” espanhol

18 Jul 2008

Na América do Sul - isso para não falar em toda a América Latina - o único país que não fala espanhol é o Brasil. Isso é algo extremante positivo para o país, afinal a língua portuguesa foi primordial para o processo de integração e consolidação da gigante nação brasileira. Mas, por muito tempo, o País se viu isolado dos vizinhos. O paradoxo é que sempre houve, até bem pouco tempo, uma relação estreita com os antigos países exploradores/colonizadores europeus, e os EUA, em detrimento dos sul-americanos.

Mas, felizmente, esse cenário está mudando num ritmo cada vez mais frenético. Países da América Latina, como Venezuela, Uruguai, Argentina, Paraguai, Bolívia, Chile e Colômbia, já têm adotado o português como segundo idioma. Isto se deve ao fato da proximidade geográfica e das relações comerciais do Mercosul. Os ministros da Educação do Bloco já adotaram um programa de integração que prevê o ensino obrigatório do português como a segunda língua nos países integrantes, e do espanhol como segunda língua no Brasil.

Este é o momento de o brasileiro também buscar capacitação e novas oportunidades nesse mercado tão abrangente.

De acordo com matéria publicada na Revista Língua Portuguesa, com o aumento de acordos comerciais e negócios firmados entre o Brasil e os outros países do Bloco, aumenta também a conscientização de que falar “portunhol” já não é mais suficiente. Além disso, uma das grandes dificuldades que esses países encontram é quanto à disponibilidade de professores de português, visto que a oferta de profissionais especializados no idioma ainda é muito escassa em vista da oferta de professores de língua inglesa. Esta é também uma das dificuldades das escolas de idiomas que oferecem cursos de espanhol em Palmas. Segundo Célio Henrique Lobo, diretor da escola CNA, a proporção quanto ao número de profissionais é de aproximadamente 10 professores de inglês para um de espanhol.

Dificuldades à parte, na Capital, a oferta por cursos do idioma tem aumentado significativamente. Hoje, além das escolas particulares, alguns centros universitários também têm oferecido o ensino do idioma tanto para alunos e funcionários, como para a comunidade, como é o caso da Unitins e da UFT. O idioma também está em processo para se tornar disciplina obrigatória no currículo de escolas públicas e particulares no Tocantins. Preocupado com isso, o Governo do Estado está disponibilizando um programa de qualificação continuada em espanhol para professores de Letras da rede pública.

 

Ofertas e custos

Aproximadamente sete cursos em diferentes centros de idiomas são oferecidos na capital atualmente. Os preços variam de acordo com carga horária e duração do curso. Na Unitins, por exemplo, o custo semestral é de R$ 200,00 para estudantes, R$ 250 para funcionários e R$ 300 para a comunidade em geral, todos com parcelamento em seis vezes. As matrículas estarão abertas do dia 10 até o dia 25 deste mês, na Coordenação de Extensão, na sede da Unitins. Já no CNA, as aulas iniciam em 11 de agosto e as matrículas para o próximo semestre já estão abertas. O curso é intensivo e tem duração de apenas 18 meses. Neste período, de acordo com Célio, o aluno adquire fluência total no idioma. A escola também está com preço promocional de R$110,00 mensais com o material gratuito.

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