Wednesday, 21 de October de 2020

GERAL


Gestão de Kátia

Presidente Dilma Roussef oficializa Matopiba durante lançamento do Plano de Defesa Agropecuária

06 May 2015

Na presença dos governadores Marcelo Miranda (Tocantins), Wellington Dias (Piauí), ministros, senadores e deputados federais, a ministra da Agricultura, senadora Kátia Abreu, e a presidente Dilma Roussef deram o pontapé inicial para a criação da Agência de Desenvolvimento do Matopiba.  Decreto neste sentido foi assinado na manhã desta quarta,6, em solenidade no Palácio do Planalto. Durante seu pronunciamento, a presidente Dilma Roussef elogiou os produtores rurais pela luta diária e da importância da nova fronteira agrícola do país, o Matopiba."A proposta do Matopiba é arrojada como é arrojada a ministra Kátia Abreu", discursou Dilma Roussef. No seu discurso, Kátia Abreu citou a presença do governador Marcelo Miranda e detalhou a  importância do Matopiba para a economia regional e do país. Já na próxima semana, a ministra Kátia Abreu deve fazer o lançamento da Agência de Desenvolvimento, começando pelo Tocantins, indo ao Piaui, Maranhão e Oeste da Bahia.

O Matopiba é formado por parte municípios dos Estados do Maranhão (33%), Tocantins (38%), Piauí (11% ) e Bahia (18%). A região (conforme IBGE/Conab) é responsável por 9,7% da produção de 201,5 milhões de toneladas de grãos prevista para o país na safra 2014/2015. E um Produto Interno Bruto estimado, com base nos dados do IBGE/2010, em R$ 53,4 bilhões. Abrange 337 municípios num total de 73 milhões de hectares.

"Esta é a última fronteira agrícola que terá oportunidade de contar com o apoio do Estado. Mas não é o apoio protecionista, é o apoio em logística, infraestrutura e energia", afirmou Katia Abreu.

Segundo a ministra, a região tem conseguido expandir sua produtividade sem aumentar o desmatamento devido ao maior investimento em tecnologia na pecuária e ampliação da produção de grãos.

"A gente observou que de 40, 45 anos para cá, as regiões de agricultura foram nascendo isoladamente, mas a logística não as acompanhou, houve um certo abandono e a população local ficou à margem. Queremos reverter isso e ajudar esses produtores pequenos a migrarem para a classe média", explicou a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
 
Governo também lança Plano de Defesa Agropecuária
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, entregou à presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (6) o Plano de Defesa Agropecuária 2015/2020 (PDA), que define estratégias e ações para evitar e combater a pragas nas lavouras e doenças nos rebanhos brasileiros.

Com o plano, o governo promoverá o desenvolvimento sustentável do agronegócio, garantindo a preservação da vida e da saúde das pessoas e dos animais, a segurança alimentar e o acesso a mercados.

O PDA introduz um novo modelo de gestão eficiente, capaz de fortalecer uma ação conjunta em nível federal, estadual e municipal. O plano vai atualizar diversas normas sanitárias à realidade do agronegócio do país, além de adaptar procedimentos e capacitar ainda mais os técnicos a tomarem decisões na área sanitária com base em conhecimento científico e análise de risco.

O Plano de Defesa Agropecuária está concebido para os próximos cinco anos, dividido em duas etapas. A primeira será executada até junho de 2016 e a segunda, até 2020.

Seis pontos principais alicerçam o PDA:

1.     Modernização e desburocratização: informatizar e simplificar processos a fim de agilizar a tomada de decisões e reduzir em 70% o tempo entre a solicitação de um registro e sua análise final.

2.     Marco regulatório: atualizar a legislação vigente e padronizar diretrizes que atualmente estão contrapostas nas diversas esferas federativas. Criar condições necessárias para a instituição de um Código de Defesa Agropecuário.

3.     Suporte estratégico: com apoio das universidades, desenvolver a técnica de análise de risco para pragas e doenças. Assim, reduzir em 30% os custos da defesa agropecuária.

4.     Sustentabilidade econômica: levantar o custo da defesa agropecuária a fim de projetar os valores reais necessários para a área. Disponibilizar recursos para convênios com as 27 unidades da federação e regulamentar o Fundo Federal Agropecuário.

5.     Metas de qualidade: modernizar o parque de equipamentos tecnológicos e ampliar programas de controle e erradicação de pragas e doenças, como febre aftosa, influenza aviária, peste suína clássica, mosca das frutas, brucelose e tuberculose, entre outras.

6.     Avaliação e monitoramento do PDA: secretarias estaduais e municipais, órgãos da agricultura e o Mapa acompanharão o cumprimento das cinco metas. Para isso, serão criados comitês regionais e canais de comunicação com Fiscais de Defesa Agropecuária.

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